17/05
Cada vez mais eu me convenço que Matheus é realmente parecido comigo. Ontem à noite enquanto eu estava na faculdade Érika teve o desejo (coisa de mulher grávida) de comer brigadeiros, chamou Matheus para ser o cúmplice e foi pra cozinha preparar. Uma vez pronto ele não aceitou comer o brigadeiro de colheradas, tinha que ser tudo conforme o figurino, enrolado, passado no açúcar e depois colocado nas caixetas de doce.
Érika então combinou com ele que seria separados três brigadeiros para eu comer quando chegasse da faculdade. Terminada a comilança sobraram os meus três lá e ele não resistiu e quis comer de todo jeito. Quando eu cheguei e ela me contou, fui perguntar pra ele onde estavam os meus brigadeiros e ele disse: “tinha três brigradeiros pra você mas eu comi” na maior cara limpa. Eu só pude rir, pois eu era assim mesmo. Minha irmã Clarissa sempre trazia alguma coisa das festinhas que nós íamos para o papai, e eu devorava tudo e nunca trazia nada.
Certa vez mamãe quis mudar isso, me convenceu a guardar alguma coisa da caixinha que eu ganhara na festa, concordei, escolhi e guardei no bolso as Pastilhas Garoto. Quando entramos no carro para voltar para casa eu já tinha comido tudo da minha caixinha e só restavam as pastilhas, foi me dando uma vontade, e eu não resisti, abri a embalagem com todo o cuidado do mundo, sem rasgar até ser possível acessar a primeira pastilha com a língua. E eu fui assim, durante todo o caminho de volta, dando uma lambidinha rápida na pastilha e depois fechando.
Chegando em casa, lá fui eu todo orgulhoso mostrar pro papai que eu havia lembrado dele. Entreguei as pastilhas e ele de cara notou que já estava aberta, mas não disse nada, agradeceu e abriu. Ele não pode conter a gargalhada quando viu que a primeira pastilha era apenas uma fina lâmina de hortelã toda babada.
Esta é a capa do LP “
Hoje recebi um e-mail me convidando a participar de uma nova campanha de sensibilização pública, e realmente eu tive que concordar com os motivos apresentados e resolvi aderir.
Mais uma banda dos anos 80 ressurge das cinzas, agora foi a vez do
Ontem à noite estávamos os três jantando, infelizmente uma cena rara por causa da minha faculdade, quando Matheus disse que não queria pão sem manteiga, Érika disse “Eu já passei margarina no seu pão”, e ele do alto de seus 4 anos e meio disse “Você não sabe de nada isso aqui é manteiga, margarina é uma flor!”
“Não é preciso muita imaginação para decifrar de onde provém esse vocábulo, sinônimo de hesitar e retroceder. A palavra é derivada do latim reculare, assim como os termos recular (espanhol), rinculare (italiano) e reculer (francês), todos com origem datada do século XVI. Recuar é literalmente ir com o ** para trás (os asteriscos designam uma palavra de duas letras que talvez fosse melhor representada por um asterisco só). É também a ação de evitar ser acuado, isso é, ser ameaçado de tomar naquele lugar.”
Minha singela homenagem a todas as mães que passam por aqui, e em particular para as mães da minha vida:





