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	<title>Diário de Bordo :: Marcelo Limaverde Cabral &#187; Escritos</title>
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	<description>Viajando no Hiperespaço desde 2001</description>
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		<title>Reflexões de Ano Novo (em tempo)</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jan 2008 10:58:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Espiritismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqueles que acompanham este blog desde o início devem lembrar que no final do ano eu costumava fazer posts com reflexões e inspirações para o ano novo que se aproximava. Este ano não escrevi nada exclusivamente para o blog, mas aproveitando o convite que a turma 2007.2 de Ciência da Computação da UNICAP me fez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqueles que acompanham este blog desde o início devem lembrar que no final do ano eu costumava fazer posts com reflexões e inspirações para o ano novo que se aproximava. Este ano não escrevi nada exclusivamente para o blog, mas aproveitando o convite que a turma 2007.2 de Ciência da Computação da UNICAP me fez através da minha cunhada Carol (formanda), eu deixo aqui um trecho da palestra espírita que fiz no culto ecumênico (para ler o texto completo clique nos links no final do post). O nome da turma foi &#8220;Mais do que Hardware e Software, Peopleware.&#8221;.</p>
<p>Desejo a todos os que por aqui passam um 2008 de muito sucesso, paz e saúde!</p>
<blockquote><p>&#8230; Precisamos iniciar a nossa reforma interior, então me permitam usar da analogia da tecnologia da informação para explicar melhor esta reforma tão necessária: Nós, enquanto peopleware, somos hoje a versão mais atualizada de nós mesmos, com muitos <em>bugs </em>ainda, mas uma versão bem melhor que as antigas que deixamos de ser em outras existências. </p>
<p>O que o Deus espera de nós é que continuemos esta jornada evolutiva, identificando e corrigindo os nossos <em>bugs </em>e principalmente criando novas <em>features </em>nos tornando peoplewares mais amigáveis e acessíveis, ajudando sempre os outros a conviverem conosco em um ambiente integrado e harmonioso!</p>
<p>Há momentos, entretanto, quando nos encontramos com <em>buffer </em>cheio, totalmente sem recursos disponíveis e começamos a perder a conexão com Deus. É nestas horas que a religião é essencial ao Homem! Em sua origem a palavra religião vem do Latim <em>re ligare</em>, ou seja religar, um verdadeiro <em>gateway </em>para o Criador!</p>
<p>Pergunto então, há quanto tempo não vamos à nossa Igreja, ao nosso Templo, à nossa Sinagoga ou ao nosso Grupo Espírita? E se vamos regularmente, o que levamos do que lá aprendemos para nossas vidas? O mundo nos tira do foco constantemente, precisamos estar vigilantes e equilibrados, pois as provas vão chegar, e quando chegarem devemos estar preparados&#8230;</p></blockquote>
<p><img src="/marcelo/images/square.gif" align="absmiddle">&nbsp;Palestra completa em <a href="http://wbloggar.com/diariodebordo/wp-content/uploads/2008/01/palestra-espirita-unicap-2007-2.pdf" title="clique para baixar">PDF</a> ou online no <a href="http://docs.google.com/Doc?id=dfvhx8xx_3gxgm2pcm" title="clique para ler" target="_blank">Google Docs</a>.</p>
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		<title>Refletindo sobre o vício do consumo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 19:51:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava preparando uma palestra que vou apresentar hoje à noite quando me veio à mente a seguinte reflexão: O vício do consumo, epidêmico nos dias atuais, gera angústia e sensação de pobreza na classe média, revolta e cobiça nos mais pobres e potencializa o egoísmo nos ricos. PS. Bem apropriado refletir sobre isso depois do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava preparando uma palestra que vou apresentar hoje à noite quando me veio à mente a seguinte reflexão:</p>
<blockquote><p>O vício do consumo, epidêmico nos dias atuais, gera angústia e sensação de pobreza na classe média, revolta e cobiça nos mais pobres e potencializa o egoísmo nos ricos.</p></blockquote>
<p>PS. Bem apropriado refletir sobre isso depois do meu post anterior&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uma Constata&#231;&#227;o</title>
		<link>http://bloggar.com/diariodebordo/2004/03/25/uma-constatao/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2004 01:49:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#201; curioso, mas quando toda a esperan&#231;a acaba, o que sobra &#233; a serenidade do fim!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&Eacute; curioso, mas quando toda a esperan&ccedil;a acaba, o que sobra &eacute; a serenidade do fim!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Emocionando-me (ou s&#237;ntese da minha emo&#231;&#227;o)</title>
		<link>http://bloggar.com/diariodebordo/2003/06/20/emocionando-me-ou-sntese-da-minha-emoo/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jun 2003 04:48:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu me emociono com m&#250;sica Eu me emociono com sorriso de crian&#231;a Eu me emociono com choro de crian&#231;a Eu me emociono com cinema Eu me emociono no palco Eu me emociono na plat&#233;ia Eu me emociono com o que vejo Eu me emociono com o que lembro Eu me emociono com o que imagino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu me emociono com m&uacute;sica<br />
Eu me emociono com sorriso de crian&ccedil;a<br />
Eu me emociono com choro de crian&ccedil;a<br />
Eu me emociono com cinema<br />
Eu me emociono no palco<br />
Eu me emociono na plat&eacute;ia<br />
Eu me emociono com o que vejo<br />
Eu me emociono com o que lembro<br />
Eu me emociono com o que imagino<br />
Eu me emociono com a vida<br />
Eu me emociono com a morte<br />
Eu me emociono com a alegria de algu&eacute;m<br />
Eu me emociono com a tristeza de algu&eacute;m<br />
Eu me emociono com a solidariedade<br />
Eu me emociono com a crueldade<br />
Eu me emociono f&aacute;cil<br />
Eu me emociono chorando<br />
Eu me emociono por dentro<br />
Eu me emociono com a saudade<br />
Eu me emociono com o reencontro<br />
Eu me emociono lendo<br />
Eu me emociono escrevendo<br />
Eu me emociono com cr&iacute;tica<br />
Eu me emociono com elogio<br />
Eu me emociono pouco<br />
Eu me emociono muito<br />
Eu me emociono de orgulho<br />
Eu me emociono de vergonha<br />
Eu me emociono ganhando<br />
Eu me emociono perdendo<br />
Eu me emociono torcendo<br />
Eu me emociono orando<br />
Eu me emociono criando<br />
Eu me emociono ensinando<br />
Eu me emociono aprendendo<br />
Eu me emociono beijando<br />
Eu me emociono abra&ccedil;ando<br />
Eu me emociono amando<br />
Eu me emociono sim</p>
<div class="media"><img src="http://wbloggar.com/marcelo/images/music-ico.gif" width="16" height="16" alt="" align="absmiddle" border="0">Ouvindo: <i>Sentimental &#8211; Los Hermanos &#8211; Bloco do Eu Sozinho (05:09)</i></div>
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		<title>Um Livro em um Post</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2003 19:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu confesso, j&#225; tentei escrever um livro, na verdade um romance ambientado parte na Fran&#231;a do in&#237;cio da 2&#170; Guerra Mundial, parte no Brasil da d&#233;cada de 80, n&#227;o passei do primeiro cap&#237;tulo, mas lembro que o escrevia na inoc&#234;ncia dos meus 16 anos de idade como quem est&#225; escrevendo um roteiro de um grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/marcelo/images/escrevendo.jpg" align="left" width="100" height="77" border="1">Eu confesso, j&aacute; tentei escrever um livro, na verdade um romance ambientado parte na Fran&ccedil;a do in&iacute;cio da 2&ordf; Guerra Mundial, parte no Brasil da d&eacute;cada de 80, n&atilde;o passei do primeiro cap&iacute;tulo, mas lembro que o escrevia na inoc&ecirc;ncia dos meus 16 anos de idade como quem est&aacute; escrevendo um roteiro de um grande filme, imaginando cenas e loca&ccedil;&otilde;es. </p>
<p>Pouco a pouco fui descobrindo o quanto meu vocabul&aacute;rio era limitado, descobri que sabia quase nada sobre a regi&atilde;o da Fran&ccedil;a que escolhera, e o mais importante, percebi que o trabalho envolvido em criar tramas, subtramas, personagens e manter o interesse do leitor eram tarefas acima da minha capacidade. Perceba que j&aacute; &agrave;quela &eacute;poca existia em mim essa auto-cr&iacute;tica (e pregui&ccedil;a) que me faz n&atilde;o postar nove entre dez id&eacute;ias que tenho para publicar aqui.</p>
<p>Ainda hoje guardo aquelas primeiras p&aacute;ginas digitadas em <b>WordStar</b> e impressas em impressora matricial. A sinopse do livro &eacute; bem legal, n&atilde;o lembro de ter plagiado nada, al&eacute;m de me inspirar nos filmes e livros sobre a segunda grande guerra que eu consumia aos montes sob a influ&ecirc;ncia do meu pai que nasceu em 39 junto com ela. Ele tinha uma linda cole&ccedil;&atilde;o de miniaturas <b>Revell</b> de ca&ccedil;as daquela &eacute;poca, ainda hoje eu sei os nomes deles: <i>Spitfire</i>, <i>Hurricane</i>, <i>Zero</i>, <i>Messerschmitt</i>&#8230;</p>
<p>Mas voltando ao meu livro ele contaria a hist&oacute;ria de um jovem casal, rec&eacute;m casado que morava em uma pequena vila de maioria judia no interior da Fran&ccedil;a, no primeiro cap&iacute;tulo esse casal cheio de sonhos e planos &eacute; logo separado pelos nazistas e seguem em caminh&otilde;es diferentes para viverem destinos diferentes, ela vai para um campo de concentra&ccedil;&atilde;o e ele ap&oacute;s um acidente na viagem com seu caminh&atilde;o consegue escapar. </p>
<p>Um ano se passa e a esposa, ainda no campo de concentra&ccedil;&atilde;o, come&ccedil;a a ser admirada, e depois de algum tempo, ajudada por um oficial alem&atilde;o que a pedido dela acaba descobrindo sobre o acidente e conseq&uuml;ente morte do marido, que por sua vez havia fugido para Paris e se unido &agrave;s primeiras c&eacute;lulas da resist&ecirc;ncia francesa e agora trabalhava na subvers&atilde;o sempre escondido por causa da sua origem judaica.</p>
<p>Perto do final da guerra, chega a ordem de exterm&iacute;nio no campo de concentra&ccedil;&atilde;o da jovem mulher que naquela situa&ccedil;&atilde;o, por pensar-se vi&uacute;va e ter no militar alem&atilde;o sua &uacute;nica fonte de apoio e esperan&ccedil;a, acabara por ceder aos encantos do apaixonado oficial, pois ele, ao contr&aacute;rio do que ela pensara no in&iacute;cio, n&atilde;o a estava ajudando apenas para conseguir aproveitar-se sexualmente dela, descobrira que nutria por ela carinho muito especial e a respeitava. O jovem oficial planeja ent&atilde;o a fuga, pois agora n&atilde;o havia mais como proteg&ecirc;-la, o &uacute;nico caminho era a deser&ccedil;&atilde;o. A fuga do campo n&atilde;o &eacute; dif&iacute;cil devido &agrave; sua patente, mas a jornada em dire&ccedil;&atilde;o ao ex&iacute;lio &eacute; dif&iacute;cil e perigosa que acaba por aproxim&aacute;-los ainda mais.</p>
<p>O marido, sem desconfiar de nada do que ocorria com a esposa, continua sua luta sempre na esperan&ccedil;a de reencontrar o amor da sua vida, e mesmo com a dif&iacute;cil comunica&ccedil;&atilde;o em tempos de guerra recebe desesperado a confirma&ccedil;&atilde;o de que todas as mulheres do campo de concentra&ccedil;&atilde;o onde estava a sua esposa foram queimadas nos fornos nazistas. O seu &oacute;dio agora era muito maior, e a &uacute;nica coisa que o mantinha vivo, e assim tornou-se um dos melhores e mais atuantes agentes da resist&ecirc;ncia.</p>
<p>Um salto no tempo nos faz encontrar o outrora jovem rapaz como um experi&ecirc;nte membro da pol&iacute;cia secreta israelense em 1985 viajando para o Brasil para investigar as comunidades de imigrantes alem&atilde;es na am&eacute;rica do sul, em busca de criminosos de guerra nazistas, ele n&atilde;o descansaria enquanto houvesse um deles &agrave; solta. Ao avistar o aeroporto ele come&ccedil;a a relembrar tudo que aconteceu na sua vida desde aquele fat&iacute;dico dia da sua abrupta separa&ccedil;&atilde;o, o acidente, a guerra, a resist&ecirc;ncia, a seguir a luta pela cria&ccedil;&atilde;o do estado de Israel e agora aqui estava ele 40 anos depois<br />
do final da guerra com l&aacute;grimas nos olhos lembrando do lindo sorriso da sua querida esposa.</p>
<p>Todos no Brasil e no mundo estavam preocupados com a descoberta da poss&iacute;vel ossada do &#8220;Anjo Negro&#8221;, o m&eacute;dico da SS Josef Mengele, mas ele n&atilde;o estava querendo encontrar corpos, queria pegar aqueles que ainda estavam vivos, e tinha pista de alguns em Santa Catarina.</p>
<p>Tenho que ir agora, o final eu escrevo depois t&aacute;?</p>
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		<title>Cuidado!</title>
		<link>http://bloggar.com/diariodebordo/2002/10/14/cuidado/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Oct 2002 14:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Nem tudo que &#233; comum &#233; normal e nem tudo que &#233; normal &#233; comum!&#8221;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Nem tudo que &eacute; comum &eacute; normal e nem tudo que &eacute; normal &eacute; comum!&#8221;</p>
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		<title>Dica de Qualidade de Vida</title>
		<link>http://bloggar.com/diariodebordo/2002/05/18/dica-de-qualidade-de-vida/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2002 13:46:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>

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		<description><![CDATA[Procure sempre dormir no dia anterior ao que voc&#234; pretende acordar!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Procure sempre dormir no dia anterior ao que voc&ecirc; pretende acordar!</p>
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		<title>Conclusão do dia</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Mar 2002 14:41:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Se fosse fácil viver, não era vida, era fantasia!&#8221;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Se fosse fácil viver, não era vida, era fantasia!&#8221;</p>
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		<title>Religião, Política e Futebol</title>
		<link>http://bloggar.com/diariodebordo/2002/01/27/religia-politica-e-futebol/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jan 2002 02:18:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[Certa vez em uma lista eu escrevi um e-mail polêmico, eu defendia a tese que religião e política são diferentes de futebol, e devem sim ser discutidos, isso por causa daquele famoso adágio popular que afirma que esses três assuntos são causa certa de brigas e portanto proibidos em conversas ou discussões. Claro que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/marcelo/images/meditation.jpg" align="left" border="1" height="83" width="110" />Certa vez em uma lista eu escrevi um e-mail polêmico, eu defendia a tese que <strong>religião</strong> e <strong>política</strong> são diferentes de <strong>futebol</strong>, e devem sim ser discutidos, isso por causa daquele famoso adágio popular que afirma que esses três assuntos são causa certa de brigas e portanto proibidos em conversas ou discussões. Claro que não sou ingênuo ao ponto de não concordar que todos são sim, pontos geradores de grandes discordias e conflitos, a história e o dia-a-dia me desmintiriam se eu afirmasse o contrário. A questão porém é outra, vejam só:</p>
<p>Quando e como escolhemos o nosso time do coração? Geralmente na infância sob a influência do pai, da mãe, de um tio ou até de um amigo, não importa, alguém nos convence que aquele é &#8220;o&#8221; time. Depois disso acabou, tá escolhido, e se você mudar de time recebe o horrendo estígma de &#8220;vira casaca&#8221;, um verdadeiro traidor das &#8220;cores da camisa&#8221;. Não é assim? Não podia ser diferente, futebol é um jogo, os times mudam sempre e não há lógica, é paixão pura.</p>
<p>O problema ocorre quando as pessoas tomam a mesma atitude acima descrita em relação à <strong>política</strong>,  a escolha do partido ou do &#8220;lado&#8221; (esquerda/centro/direita) que vão apoiar, neste caso é um pouco mais tarde, mas mesmo assim em muitos casos esta escolha tem uma forte influência familiar, quando as crianças já são envolvidas pelos pais nas campanhas político-partidárias e desde cedo vão tomando gosto pela &#8220;camisa&#8221;, na verdade a maior questão é essa, o que chamamos &#8220;vestir a camisa&#8221;. Muitas pessoas na adolescência decidem seu posicionamento político e depois por acomodação ou mesmo por radicalismo não continuam a questionar esse posicionamento, passam a ver os outros, do outro lado, como inimigos, não importa o que argumentem.</p>
<p>Com a <strong>religião</strong> a coisa é um pouco mais complexa, pois há vários motivos que fazem alguém praticar ou ser de alguma religião, os mais comuns são os seguintes: Familiares, étnicos(culturais), filosóficos, emocionais (carências) e (infelizmente) financeiros. E com essa diversidade de motivações fica difícil compatibilizar uma discussão coerente. Não há como questionar, também, que na maioria das vezes essa é uma tradição passada entre as gerações, os atavismos são gigantescos e a maioria das religiões se afirma &#8220;a&#8221; salvadora. Contudo esse é um tema por demais importante para ser encarado como &#8220;uma camisa de um time que me deram quando eu nasci&#8221; e que eu não devo questionar nunca, nem estudar os outros pensamentos sobre esses temas tão fascinantes que buscam explicar de onde viemos, quem somos e para onde vamos.</p>
<p>A minha proposta é: Vamos estimular as novas gerações a não terem preconceitos políticos, nem religiosos, que leiam e estudem tudo, e fiquem com o que a sua consciência e o seu coração lhes indicarem, que possamos dar a nossos filhos a nossa visão de mundo e as nossas convicções espirituais, desde pequenos, porém vamos dizê-los, também, que existem outras formas de pensar e que eles não só podem, mas devem estudá-las e discuti-las (no campo das idéias)  para que assim formem a sua própria verdade pessoal. A paz do mundo, na minha humílde visão, passa por essa atitude de nós, pais e educadores. <em>Difference is good!</em></p>
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		<title>Contemplação</title>
		<link>http://bloggar.com/diariodebordo/2002/01/26/quando-estou-meio-confuso-ou/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Jan 2002 22:46:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando estou meio confuso ou angustiado, gosto de sair para onde eu possa ver o céu e as nuvens, de preferência num local que esteja ventando, gosto de me sentir pequeno, de contemplar a grandeza da Natureza e a efemeridade dos meus problemas frente à realidade da vida. Assim eu sinto Deus.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/marcelo/images/ceu.jpg" align="left" border="1" height="83" width="110" />Quando estou meio confuso ou angustiado, gosto de sair para onde eu possa ver o céu e as nuvens, de preferência num local que esteja ventando, gosto de me sentir pequeno, de contemplar a grandeza da Natureza e a efemeridade dos meus problemas frente à realidade da vida. Assim eu sinto Deus.</p>
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